A Colheita, de Lucas Serra, Ivo Hamard e Guilherme Santos (2026, 3’20’’)
Produção: Lusófona Filmes

Após um dia de trabalho no campo, John Smith prepara-se para regressar a casa. Mas ao aperceber-se que o caminho para casa está bloqueado com vultos brancos, foge pelo campo de milho adentro, tentando escapar-lhes. Atrás de si, avançam silenciosos e implacáveis, como se já soubessem exatamente para onde John vai.
À Mesma Hora Amanhã, de Iara Sousa, Lara Sousa, Pedro Alves, Rodrigo Mafra (2025, 5’53’’)
Produção:Instituto Politécnico de Portalegre

Sr. Rufferz vive numa rotina exaustiva, e esconde o seu cansaço sob uma máscara que ganha fissuras com o tempo. Um dia, após ser constantemente maltratado no trabalho, a sua paciência sucumbe e a máscara enlouquece. Ele tenta tirar a máscara, mas percebe que esta tornou-se no seu próprio rosto. Com esforço, arranca-a e atira-a para o chão em pânico, deixando-a para trás. E o que fará a seguir, ninguém sabe.
CERNE, de Beatriz Venceslau e Sara Mendes (2026, 1’44’’)
Produção: ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação

Um jovem vive a sua rotina desatento às suas verdadeiras redondezas.
Cidade das Flores, de Rodrigo Rôla (2025, 8’14’’)
Produção: Escola das Artes – Universidade Católica Portuguesa
Um Homem Flor vive numa incansável busca pela paz e tranquilidade. No entanto, encontra-se preso num ambiente opressivo, onde qualquer esperança de alcançar esse desejo lhe é retirada todos os dias. Resta-lhe recorrer a estados imaginários…
Cosmic Strangers, de Gonçalo Bernardes (2026, 7’26’’)
Produção: IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia

Cosmic Strangers é uma história de amor entre duas pessoas, Oli e Ben, em que seguimos o desenvolvimento da amizade deles enquanto adolescentes, a exploração das suas identidades, o amor e romance intenso que os consome de seguida, e enquanto adultos os desafios que enfrentam como um casal queer.
Eclipse, de Alycia Martins, Ciro Fernandes, Isa Moiteiro Narciso, Joana Martins e Raquel Fernandes (2026, 4’31’’)
Produção: Ualg – Universidade do Algarve

Bonnie, a principal atração do circo, entra em crise de identidade, sendo forçada a olhar para o seu reflexo quebrado para descobrir quem ela realmente é por trás dos holofotes.
Greenhouse, de Ana Miranda (2026, 3’54’’)
Produção: IADE – Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia

Greenhouse é uma história sobre uma comunidade e as suas dinâmicas mais desafiadoras. Acompanhamos a personagem principal enquanto ela manipula e brinca com as proporções da tela para contar a sua história. Cada personagem, embora abstrata, possui características que as distinguem umas das outras. Nenhuma personagem é completamente inocente ou má. São personagens multifacetadas que mostram a complexidade das relações humanas.
Runner’s High, de Sara Cruz (2026, 2’12’’)
Produção: ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação

Angie é uma runner girl que adora correr na rua, mas em dias de chuva, ela tem de subir na sua passadeira e deixar a sua imaginação voar.
Language of Heart, de Kasra Yazdani (2026, 10’56’’)
Produção: Re: Anima – Lusofona filmes, LUCA School of Arts, Aalto University

Duas figuras visualmente semelhantes encontram-se numa paisagem minimalista, separadas apenas por uma árvore solitária. Enquanto conversam, debatem e tentam definir o mundo à sua volta, as palavras começam a limitar a realidade que partilham, até serem interrompidas pelo ruído caótico da vida moderna. Cansadas da linguagem, decidem deixar de nomear as coisas e simplesmente observar. Aos poucos, mergulham num silêncio partilhado, onde as palavras terminam e surge uma outra forma de compreensão.
Onde a Lua Ri, de André Paixão, Bárbara Ribeiro, Cláudia Vieira, Diana Vicente e Elisa Fonseca (2025, 7’8’’)
Produção: Instituto Politécnico de Portalegre

Num mundo retrofuturista, um circo esquecido ganha vida na Lua. Perante uma plateia rígida e silenciosa, um palhaço entra em cena, determinado a arrancar sorrisos. Mas num lugar onde o riso foi esquecido, conseguirá ele fazer o público lembrar-se de como rir?
Para onde vais?, de Bruna Ribeiro e Maria Azevedo (2026, 3’18’’)
Produção: Lusófona Filmes

Uma viagem poética ao longo das várias fases da vida utilizando diferentes malas. Uma exploração do que carregamos connosco ao longo da vida.
Shattered, de Ana Luísa Vilaça Fernandes (2025, 5’43’’)
Produção: Kask & Conservatorium
Envolto em porcelana, “Shattered” acompanha a ruptura da normalidade de um personagem. A sua perceção da identidade e da realidade revela-se uma ilusão, deixando-o exposto ao desconhecido infinito da sua nova existência. O que antes era previsível está agora fora de controlo, rodeado pelos estilhaços de porcelana.