ESQUIZOFRAME, de Paulo D’Alva (2026, 13’)
Produção: Amarela Mecânica

À espera, num momento em que o tempo e o espaço se suspendem numa relação multifacetada. Múltiplos pontos de vista, filtrados por ecrãs que substituem a realidade, são enquadrados pelo compasso do tempo real, fotograma a fotograma. A realidade ansiosa e irreversível que sustenta o acontecimento em curso. O ser humano procura a sua identidade através de uma máscara que a sociedade lhe impôs, mas cuja escolha já não recorda. Uma busca eterna pelos vestígios do EU perdido no caos quotidiano de imagens produzidas em massa.

 

Flui, de Joana Vieira da Costa, Ana Fernandes (2026, 9’)
Produção: ANIMAIS AVPL

Numa narrativa cíclica que regressa sempre ao momento inicial, o fluxo do destino, desencadeado pelo colar, mostra como um único gesto pode reescrever vidas e ligar destinos de formas inesperadas. Neste eterno jogo entre vida e morte, os seus destinos entrelaçados repetem-se incessantemente, como o ciclo das águas, que ecoa o ritmo inevitável da existência.

 

No Princípio, de Ala Nunu (2026, 11’4’’)
Produção: Cola Animation, Studio Kimchi, Yellow Tapir

Uma sonda espacial chamada Beresheet, aves-do-paraíso sem patas, o abate de hamsters e a humanidade a tentar dar sentido ao mundo.

 

porto2000, de Matilde Camacho (2026, 8’)
Produção: Animais AVPL

Uma cidade suspensa entre a memória e o sonho.

 

Terminal, de Alexandre Siqueira (2026, 17’)
Produção: BAP Animation Studio, XBO Films / Studio Kimchi

Jorge, um homem com mais de cinquenta anos, retorna a casa da sua mãe depois de mais de trinta anos viajando pelo mundo.

 

Vagabundo, de Susa Monteiro (2026, 10’)
Produção: Praça Filmes

Um homem solitário atravessa paisagens. Não sabemos se foge de algo ou se está a regressar a algum lugar. É absolutamente livre. Viaja, contempla e sonha.